Corrido e abençoado dezembro!

08/01/2014 11:01
Os 31 dias de dezembro de 2013 passaram rápido demais. Tão rápido que mal deu tempo de usar este nobre espaço do VaiCorrendo.com para destacar em textos três boas provas em que participei. Tudo bem, uma delas sequer podemos considerar como prova, mas a festa foi tão grande que deixá-la de fora seria como não pisar no tapete de cronometragem.
 
Volto lá para o dia 7 e relembro o 5º Circuito dos Bares (foto à esquerda). Entre Casimirus, Chopp Time Street, Cervejarium e Bar do Português, um sábado alegre e raro. Afinal, é o único dia em que álcool e corrida de rua combinam. Fora o Circuito dos Bares, é impossível correr tendo ingerido bebida alcoólica num espaço de tempo tão curto. Foi bacana o percurso de 5 km para brindar a temporada.

 
Quinze dias depois, a mais dura entre todas as provas da região de Ribeirão Preto. Pelo quinto ano realizada no interior da maior usina de processamento de cana do mundo, a Corrida São Martinho (foto à direita) de Pradópolis desafiou todos nós corredores. Não é fácil correr naquele sol escaldante e em meio a canavial sobre piso de terra irregular, grama, pedra e pouquíssima área asfaltada. Também penei para completar os 10 km em 54min45s.
 
Mas a provas das provas, que fechou o corrido e abençoado dezembro, não foi aqui. A São Silvestre de São Paulo (foto abaixo) é um negócio monstruoso. Espetacular, sensacional, difícil, desafiadora e que se torna impossível diminuir tempo em virtude da quantidade de pessoas. As ruas ficam estreitas, tomada de gente. E na calçada, mais gente, assistindo e dando aquele apoio moral. Estive entre os mais de 27 mil corredores na grande festa do esporte e, por mais complicado que seja, consegui tirar quase seis minutos em relação à São Silvestre de 2012.
 
Estava mais preparado, mais experiente, e sabia cada trecho do percurso. Sabia o que fazer e como fazer. A meta era tirar dois minutos e cair para o pace de 6min por km, o que daria 1h30min de prova. Mas as pernas responderam bem. Para a minha surpresa, meus 15 km foram concluídos em 1h26min44s, com pace de 5min47s.

Desagradável, apenas, o momento em que o chip quebrou, logo no início, e tive de correr com ele na mão. Perdi uns cinco segundos para perguntar ao pessoal da cronometragem como usá-lo fora do tênis (a dica é abaixar os braços sempre que passar próximo ao tapete), mas nada que tirasse o brilho da prova. Venci a Brigadeiro Luis Antonio. E venci dezembro. Que venha janeiro!

 

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